segunda-feira, 11 de julho de 2011

Higiene bucal dos bêbes: Saiba mais

 

Vídeo Retirado do GNT Mãe e cia

 Quando devo começar a limpar os dentes do meu bebê?

Comece a limpar a boca do bebê mesmo antes de o primeiro dentinho nascer, assim ele já vai se acostumando. A limpeza pode ser feita com gaze ou uma fraldinha de pano molhada em água filtrada. Esta é uma boa maneira de habituar seu filho a esse ritual e evitar que ele recuse a escovação no futuro.

Para que você não se esqueça da limpeza, incorpore o hábito à
rotina de cuidados com seu filho à noite, antes de dormir.

O primeiro dente do bebê costuma nascer na frente, na gengiva inferior, e geralmente aparece entre o sexto mês e o primeiro ano de vida. O segundo dentinho, em geral, surge depois de duas a três semanas, também na parte inferior. Lembre-se de que, enquanto os dentes estão nascendo, as gengivas ficam bastante sensíveis, então limpe-as delicadamente. Não deixe de limpar por medo de machucar o bebê, porque, na verdade, esse cuidado diminui infecções na região, gerando alívio.


"Quando escovamos, ajudamos o dente a nascer. A gengiva fica cada vez mais delgada, facilitando a erupção do dente", explica a dentista Vera Moreira Leite.


Uma criança tem cerca de 20 dentes-de-leite, e a dentição se completa por volta dos 3 anos de idade.


Que escova e creme dental devo usar?

No início, muitas mães acham mais fácil limpar os dentes do bebê com um pedaço de gaze ou com um paninho enrolado no dedo. Uma dedeira, vendida em farmácias e lojas especializadas, também pode ser uma boa opção, desde que você faça uma boa higiene na peça (ela deve ser esterilizada com a mesma frequência que chupetas e mamadeiras, por exemplo).

A época certa de pensar na primeira escova é quando os dentes do fundo aparecem, porque, devido às suas reentrâncias, fica difícil limpá-los adequadamente só com uma gaze.


A primeira escova de dentes de seu filho deve ter cerdas macias e uma cabeça pequena, que permita alcançar facilmente todas as partes da boca. Verifique na embalagem a idade recomendada para o uso.


Não use a mesma escova por mais de três meses ou depois que as cerdas começarem a se separar.

Até os dentes permanentes aparecerem -- o que ocorre por volta dos 6 anos de idade -- você deve usar um creme dental sem flúor.

Esse tipo de creme dental é mais seguro para o uso em cidades onde a água é fluoretada, e não é prejudicial caso a criança acabe engolindo parte da pasta durante a escovação.


Ensine seu filho a cuspir toda a pasta depois de escovar os dentes. Quando ele estiver craque nesta prática, aí você já pode mudar para a pasta com flúor. Mas fique de olho: a ingestão de grandes quantidades de flúor pode danificar os dentes e até provocar vômitos e diarreia. Alguns pais preferem evitar cremes dentais com sabor para que as crianças percebam que não se trata de uma comida ou algo gostoso para ser ingerido.


Qual é a maneira correta de escovar os dentes do bebê?

Coloque uma quantidade mínima de pasta na escova, suficiente para formar uma fina camada sobre parte das cerdas (o equivalente a meio grão de ervilha). Escove cada dente cuidadosamente, fazendo suaves movimentos circulares na área em que os dentes encontram as gengivas. Pode ser mais fácil colocar o bebê no colo para fazer uma boa limpeza.

Depois de escovar, certifique-se de que seu filho cuspiu todo o excesso de creme dental, mas não enxágue a boca com muita água.


Quando devo começar a levar meu bebê ao dentista?

Muitos profissionais recomendam que as visitas comecem assim que os primeiros dentinhos nascerem. Uma boa ideia é levar seu filho quando você tiver uma consulta com o dentista, pois assim ele já vai se habituando ao ambiente do consultório.

Posso usar suplementos à base de flúor?

Em princípio não é necessário usar suplementos de flúor para crianças que moram em cidades onde a água é fluoretada.

O flúor em excesso pode acabar danificando os dentes permanentes que ainda nem nasceram, alterando a cor ou manchando o esmalte (problema conhecido como
fluorose, daí a recomendação para que se use pasta sem flúor enquanto a criança é pequena demais para cuspir o creme dental. É importante também evitar que seu filho acabe engolindo o creme dental na hora da escovação.

Se você mora em uma cidade onde a água da torneira é fluoretada, seu bebê certamente não vai precisar de suplementos. A própria água usada na preparação de alimentos já contém quantidades suficientes de flúor (o que não acontece com a água mineral).


Existem outras maneiras de eu cuidar melhor dos dentes do meu filho?

A principal causa das cáries não é a quantidade de açúcar na alimentação, mas sim a frequência com que ele é ingerido ao longo do dia, seja em comidas ou em bebidas. Assim sendo, deixe os doces para a hora da refeição.

Se quiser oferecer um lanchinho entre as refeições, tente opções salgadas, como queijos, torradas, pão, frutas frescas e palitinhos de legumes.

Você também deve:

• Evitar dar refrigerantes e sucos adoçados, principalmente entre as refeições, na hora de dormir ou durante a noite. A cárie pode ocorrer se a criança passa muito tempo tomando mamadeira. Lembre-se também de que bebidas prontas, como sucos de caixinha, chás e outros, na maioria das vezes vezes contêm outros tipos de açúcar, frutose ou glicose, que são tão prejudiciais aos dentes quanto a sacarose do açúcar comum.

• Procurar oferecer as bebidas em um copinho, inclusive água e leite, a partir dos 6 meses de idade.

• Manter uma alimentação saudável e balanceada para seu filho.
Texto retirado do Baby Center

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Criado primeiro padrão brasileiro para peso de bebês

 

Padrão de peso de bebês
Acaba de ser criado o primeiro padrão de peso ao nascimento de acordo com a idade gestacional, específico para aplicação no Brasil.
Fruto de um trabalho de parceria entre a engenharia e a medicina, a pesquisa analisou cerca de 8 milhões de dados referentes a partos de nascidos vivos.
É o maior estudo desse tipo já realizado no mundo e o primeiro com dados colhidos em todo o Brasil.
O estudo foi desenvolvido por Carlos Pedreira (UFRJ/Coppe) em conjunto com Elaine Sobral da Costa e Sylvia Porto, do (Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira), e Francisco Carlos Pinto, da Universidade Federal Fluminense.
A pesquisa completa será publicada em junho de 2011 nos Anais da Academia Brasileira de Ciências.
Peso para idade gestacional
O principal resultado do trabalho em breve estará disponível para médicos de todo o país: são gráficos e tabelas que ajudarão pediatras e neonatologistas a identificar se uma criança nasceu com o peso adequado para a idade gestacional correspondente.
Essa relação indica se a gravidez foi saudável, possibilita o prognóstico de doenças e agiliza o início do tratamento, sobretudo no caso de bebês prematuros - que em geral nascem abaixo do peso e, por isso, carecem de mais cuidados e atenção.
Confiantes no impacto social de seu trabalho, os pesquisadores esperam que, a partir da publicação do trabalho, e com a colaboração da Sociedade Brasileira de Pediatria e do Ministério da Saúde, as tabelas e gráficos venham a se tornar a referência nacional para a relação peso por idade gestacional.
Partos prematuros
Segundo o Ministério da Saúde, em média 6,6% dos bebês nascidos vivos são prematuros, por causa de complicações durante a gravidez. No mundo todo, 1.500 mães morrem diariamente pela mesma razão, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Até o momento, as tabelas utilizadas pelos médicos para acompanhar o crescimento intrauterino e avaliar o peso do bebê ao nascer se baseiam em curvas de crescimento produzidas em outros países ou, quando muito, numa pesquisa brasileira de 1995, que analisou apenas 4,4 mil casos, todos em Brasília.
Ao trabalhar com os dados de 8 milhões de casos, recolhidos em todo o território nacional, o novo estudo reflete efetivamente a realidade dos nascidos no Brasil.
Tratamento precoce
Segundo a médica Sylvia Porto, a hipertensão arterial materna é o problema mais comum relacionado a partos prematuros, podendo exigir uma intervenção médica - no caso, um parto por cesariana antes do tempo normal de gestação - para não colocar em risco a vida da mãe ou a da criança.
Fatores externos, como fumo e bebida durante a gestação, também contribuem para o nascimento prematuro de crianças.
Os bebês com baixo peso - que é o quadro de todo nascido-vivo prematuramente - são sujeitos a diversas doenças, que podem se iniciar no nascimento e deixar seqüelas futuras, explica a médica.
"Identificar se o peso e o tamanho de um recém-nascido estão dentro da normalidade é importante para prognosticar doenças e iniciar o tratamento o mais cedo possível", diz ela.
Genética brasileira
Padrões desenvolvidos especificamente para uso no Brasil são necessários porque, como explica Sylvia Porto, as pesquisas internacionais ou com poucos casos analisados não refletem com precisão as características genéticas da população brasileira.
Para os padrões norte-americanos, os recém-nascidos brasileiros seriam considerados menores que o tamanho ideal, mas segundo os padrões brasileiros, não.
O estudo tem ainda a vantagem de ser o mais amplo realizado no mundo até agora. Antes disso, o levantamento mais abrangente foi feito nos Estados Unidos na década de 60 e se baseou em dados de cerca de 3 milhões de nascimentos. Os dados relativos aos 8 milhões de nascimentos do levantamento brasileiro, fornecidos pelo SUS, foram referem-se a maternidades de todos os estados brasileiros no período 2003-2005.
Reunir tal volume de dados e transformá-los em informações úteis, excluir possíveis erros e gerar uma curva que represente todo esse processo não é trabalho fácil. Só para formatar os dados foram necessários cerca de seis meses. Programas de análise de dados específicos foram escritos para eliminar erros das informações originais e facilitar as interpretações médicas.
Segundo Carlos Pedreira, da Coppe, os principais problemas encontrados durante esse processo foram erros de dados: "Desenvolvemos programas que filtravam os casos absurdos, como o de crianças nascidas com 16 kg ou com 160 gramas. Neste ponto, os parceiros médicos tiveram papel fundamental para garantir coerência aos resultados", diz ele.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Massagem shantala promove vínculo entre a mãe e o bebê

É sempre muito importante ter um momento especial com o bebê, um contato profundo, enriquecedor e confidente pode-se usar a técnica indiana de massagem no bebê, chamada de Shantala, que além de ser deliciosa "traz benefícios para os desenvolvimentos físico, motor e até emocional dos bebês a partir de um mês de idade. Ideal para ser praticada pela manhã ou ao entardecer, a massagem é feita com óleo de coco no verão, por ser mais fresco, e óleo de amêndoas doces no inverno".
 

GNT. mãe e cia

sexta-feira, 10 de junho de 2011

ECOLOGIA DA ALMA

A nossa primeira postagem traz a definição da Ecologia da Alma,
para que as nossas queridas mamães fiquem por dentro do 
 assunto e possam, em suas práticas diárias, contribuir não só
para o crescimento de filhos mais confiantes, positivos  e
integrados, como para a evolução de si mesmas. 

Definição:
A Ecologia da Alma acontece quando a pessoa stá alinhada e
conectada à grande fonte de energia universal. É consciente da
Luz que é, comanda a sua vida e ilumina positivamente  a si e ao
mundo ao seu redor. Deixa de ser um reagente poluidor e torna-
se um  agente  consciente.