quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Brinquedo certo para as crianças...





Psicólogo criou uma técnica para ajudar a escolher um brinquedo que atraia a atenção das crianças e ainda ajude a educá-las.


Bola fora

Mesmo antes da árvore de natal ser desmontada, a criança começa a perder interesse no caro brinquedo eletrônico que ainda vai aparecer várias vezes na fatura do seu cartão de crédito.

Talvez você tenha até feito para si mesmo a promessa de que não repetiria esse erro novamente "no ano que vem" - que, não por acaso, é "este ano".

Então, como escolher brinquedos que a criança tenha interesse em manter consigo?

Compre com objetivos claros

Em época de muitos gastos, dar um presente não precisa necessariamente envolver ir às compras de bugigangas de alta tecnologia e altos preços.

Antes de sair, considere a idade, os interesses e a aptidão da criança, e reflita sobre o que lhe traz um sorriso e a leva a passar horas brincando.

"A maioria das pessoas já experimentou o desgosto comprar um presente que não agradou. Muitas vezes, é porque o item é estruturado demais. Quando um brinquedo tem uma função muito limitada ele não consegue manter o interesse de uma criança. Para ajudar a evitar isso, pergunte a si mesmo, 'o que a criança pode fazer com isso?', orienta o psicólogo Dale Grubb, da Universidade Wallace Baldwin (EUA).

Roteiro para comprar um presente

Estudando o assunto, Grub desenvolveu um roteiro para ajudar a escolher um presente que não apenas agrade a criança, mas também auxilie em seu desenvolvimento.

Ao comprar um presente para uma criança, escolha um que:

Desenvolva habilidades físicas ou intelectuais
Divirta
Estimule a imaginação
Ensine socialização e a jogar em equipe
Criatividade + variedade + estratégia = Diversão

"A variedade é também uma consideração importante", continua o psicólogo. "Embora comprar um presente que esteja fora dos interesses demonstrados pela criança gere um risco de 'presente errado', o mesmo acontece ao comprar outro conjunto de lápis de cor para o artista em crescimento ou outra bola para o aspirante a craque."

Edwin Meyer, outro psicólogo da mesma universidade, também incentiva a compra de presentes que exijam criatividade e estratégia: "Qualquer jogo ou brinquedo onde você vê uma criança sentada tentando descobrir a melhor jogada é uma boa opção."

Ele também apoia a compra de instrumentos para práticas artísticas: "Crayons, tintas, massa de modelar, entre outros materiais, oferecem maravilhosas oportunidades de aprendizagem e ajudam a desenvolver habilidades manuais."

Participar das brincadeiras

Segundo Grubb, quem dá um presente não pode pressupor que o seu papel está completo assim que o papel do embrulho é rasgado.

"É importante para uma criança estar em um ambiente onde a criatividade e o aprendizado são valorizados. Pais, familiares, amigos e cuidadores têm de participar também."

Ele afirma que se envolver com as brincadeiras da criança diz a ela que a criatividade e o aprendizado são importantes, encorajando a socialização e fortalecendo as ligações afetivas.

Mas ele se apressa em advertir que os adultos não devem se tornar excessivamente zelosos na coordenação das atividades.

"Certifique-se de que a criança está dirigindo a brincadeira," recomenda ele. "Quando você brinca de casinha com uma criança, deve permitir que a criança dirija o jogo criativo em qualquer direção. Simplesmente siga com a brincadeira, mesmo que isso signifique passar um tempo espremido dentro de uma caixa que serve de casinha," conclui ele.

Diário de Saúde.


Links com assuntos parecidos.


http://www.estimulando.com.br/brinquedos.htm
 · 
http://www.techtudo.com.br/tudo-sobre/s/arrumando-o-quarto.html

http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/noticia/2012/10/fiscal-do-inmetro-em-mg-alerta-para-compra-do-brinquedo-correto.html


terça-feira, 27 de novembro de 2012

Natação acelera desenvolvimento de crianças

Natação acelera desenvolvimento de crianças
A professora Robyn Jorgensen (direita) verificou 
os benefícios que as crianças têm de
 aprender a nadar mais cedo. 
[Imagem: Griffith University]
Nadando para o sucesso
Crianças que aprendem a nadar mais cedo atingem marcos de desenvolvimento mais cedo do que seus colegas que não sabem nadar.
Pesquisadores do Instituto de Pesquisas Educacionais Griffith (Austrália) pesquisaram cerca de 7.000 crianças menores de cinco anos na Austrália, Nova Zelândia e nos EUA ao longo de três anos.
Outras 180 crianças de 3, 4 e 5 anos foram passaram por testes intensivos, tornando este o estudo mais abrangente já realizado sobre os efeitos da natação nos primeiros anos de vida.
Benefícios da natação na infância
A professora Robyn Jorgensen afirma que o estudo mostrou que as crianças que fazem natação em idade mais tenra alcançam uma ampla gama de habilidades mais cedo do que a população em geral.
"Muitas dessas habilidades ajudam as crianças na transição para os contextos de aprendizagem formais, como a escola ou pré-escola.
"A pesquisa também constatou diferenças significativas entre o grupo de natação e os não-nadadores, independentemente do contexto socioeconômico.
"Enquanto os dois grupos de nível socioeconômico mais elevado tiveram um desempenho melhor do que os dois grupos inferiores nos testes, todos os quatro grupos de nadadores tiveram melhor desempenho do que a população em geral," conta a pesquisadora.
Os benefícios são foram afetados pelo gênero das crianças, sendo igualmente verificados entre meninos e meninas.
Habilidades precoces
Além de alcançar metas físicas mais rapidamente, as crianças da natação também se saíram significativamente melhores nas habilidades visuais e motoras, tais como cortar papel, colorir e desenhar linhas e formas.
O mesmo se deu com tarefas de matemática e de escrita.
Sua expressão oral também foi melhor.
"Muitas dessas habilidades são altamente valiosas em outros ambientes de aprendizagem e serão um trunfo importante para as crianças na transição da pré-escola para a escola," concluiu Jorgensen.]

21/11/2012

Redação do Diário da Saúde

http://diariodasaude.com.br/news.php?article=natacao-acelera-desenvolvimento-criancas&id=8353

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Valorizemos o professor da educação infantil.







Um dos caminhos é pensar no conjunto de fatores que interferem na qualidade da educação, com especial atenção à figura-chave da qualidade do atendimento: o professor de educação infantil. Isso significa, nos termos dos objetivos do novo PNE, fomentar a formação inicial e continuada de profissionais do magistério para a educação infantil e assegurar a existência de planos de carreira para os profissionais do magistério até 2013.
Até hoje prevalece, para uma grande parcela da sociedade, a percepção de que, para trabalhar com crianças pequenas, basta cuidar para que elas comam, durmam e estejam limpas. Prova disso são as constatações de uma pesquisa realizada recentemente pelo Ibope, a pedido da Fundação Maria Cecília Souto Vidigal, que revelou: apenas 19% dos pais entrevistados acreditam que conversar com a criança é importante para o desenvolvimento dela. E só 11% pensam que proporcionar estímulos auditivos, visuais e táteis, como sons, música, bichos e histórias, também influencia positivamente o desenvolvimento da criança.
Essa ideia do senso comum tem raízes históricas e ignora os saberes científicos sobre a importância fundamental que os primeiros anos de vida têm para a formação de cada um de nós e para a sociedade como um todo. Cuidar da educação de crianças em creches e pré-escolas pressupõe conhecer os processos de desenvolvimento infantil, as linguagens que estimulam esse desenvolvimento e a organização de espaços e atividades, além do desafio de dar atenção tanto a cada uma quanto ao conjunto das crianças. Trocando em miúdos, para ser professor na educação infantil, como nos demais níveis e modalidades de ensino, é preciso estudar muito, pois a tarefa é complexa e de muita responsabilidade.
Acontece que ainda temos muito a fazer pela qualificação da formação desses profissionais. Segundo o Censo Escolar de 2011, 61% dos professores de educação infantil têm ensino superior completo. Outros 29% fizeram o curso de magistério, e 8% possuem apenas o ensino médio regular. E ainda existem 0,35% e 0,74% que possuem apenas o ensino fundamental incompleto e o fundamental completo, respectivamente.
Incentivar os quase 40% sem curso superior a entrar em uma faculdade é garantir que creches e pré-escolas tenham pessoas com a qualificação mínima almejada para a educação pública, de forma que o professor esteja preparado para lidar com as diferenças e dificuldades típicas da primeira infância. No entanto, para começar a mudar o cenário de forma mais profunda, é preciso dar apoio e estabilidade ao professor. A presença de coordenadores pedagógicos, responsáveis pelo acompanhamento e suporte aos professores em serviço, nem sempre está assegurada nas redes municipais de ensino. Outro ponto crucial é a estabilidade funcional. Sem ela, vive-se um eterno recomeço no trabalho de formação. Esse problema é sentido em um dos projetos desenvolvidos pelo Instituto C&A, o Paralapracá, que apoia a formação de professores de educação infantil em cidades da Região Nordeste.
Muitos dos professores que começam a formação estão vinculados às redes por contratos temporários ou são estagiários, nem sempre permanecem na função e, consequentemente, não completam a formação. Se não houver concursos bem estruturados e um plano de carreira que incentive a permanência dos professores na rede e na escola em que lecionam, continuaremos a carregar água na peneira, investindo na formação de quadros que mudam com muita frequência, o que impossibilita um trabalho continuado e coletivo, como requer a docência.
A estabilidade pressupõe outras questões envolvidas na valorização profissional, como remuneração adequada à função exercida. Hoje, um profissional com curso de magistério tem piso salarial de R$ 1.451,00 para trabalhar 40 horas semanais. O valor é bem abaixo da média recebida pelos profissionais de nível técnico no Brasil, que é de R$ 2.085,47. É urgente dignificar o salário do professor de educação infantil, pois ele é o primeiro contato da criança pequena com a educação formal. É ele quem apresenta o universo escolar para os alunos. Ele é o responsável pela socialização dessa faixa etária. É ele que será a referência para as famílias, e sua atuação repercutirá nos processos de aprendizagem das crianças por muito tempo.
Garantir atendimento de qualidade na primeira infância é a efetivação de um direito social básico previsto na Constituição federal, no Estatuto da Criança e do Adolescente e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Mas como garantir esse direito e cumprir as metas de educação infantil citadas no PNE? Para isso, é preciso que a sociedade brasileira reconheça a importância da educação para as crianças pequenas e apoie a luta pela valorização dos profissionais encarregados dessa educação.
    Patrícia Lacerda*
* Patrícia Lacerda, doutora em educação pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, é gerente de Educação, Arte e Cultura do Instituto C&A.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Brincadeiras na infância ajudam a modelar vida adulta







Funções das brincadeiras

Poderia a brincadeira de pega-pega ser o ingrediente necessário para a formação de futuros vencedores dos 100m rasos? Ou o conhecido "brincar de casinha" ser uma máquina de formação de futuras donas de casa e pais de família?

A resposta é que isso acontece naturalmente.

Como explica a pesquisadora Ilka Bichara, professora do Instituto de Psicologia da UFBA (Universidade Federal da Bahia), que estuda o tema desde 1990, brincadeiras na infância deixam uma herança para a vida adulta.

"Durante muito tempo se acreditou, na psicologia, que a principal função da brincadeira seria a de treino para as habilidades futuras", lembra.

Contudo, segundo Ilka, essa crença e as teorias que a fundamentavam foram revistas, e a pesquisadora ressalta que atualmente acredita-se que o indivíduo não tem fases indissociadas na vida - todas as vivências de uma pessoa seriam, portanto, partes de um processo de formação e desenvolvimento, funcionando assim como esse "treino".

"Nas brincadeiras, há negociação, exercício de habilidades sociais complexas, formação de valores e conceitos, como também há emoção", explica.

Para a professora, as brincadeiras são vividas, e essas vivências tornam-se parte do indivíduo.

Como resultado, em brincadeiras, a criança traria essas suas experiências para uma nova interação com outras crianças, da mesma maneira que um adulto o faz.

"A criança não é um ser passivo que vai apenas reproduzindo aquilo que vê, pelo contrário, ela é um ser ativo, que reinterpreta e recria a realidade em suas brincadeiras e, com isso, cria cultura", afirma Ilka.







Faz-de-conta
Não seria de surpreender se os adultos com maior criatividade fossem aqueles que mais brincaram de "faz-de-conta", na infância.

Essas brincadeiras, segundo a pesquisadora, funcionam de maneira diferente da ideia que a maioria das pessoas tem, de que seria uma fuga da realidade.

Ilka reforça que é através do faz-de-conta que a criança tenta compreender a realidade a sua volta, assim como forma suas impressões e valores.

Segundo Ilka, o faz-de-conta pressupõe criatividade e ao mesmo tempo a estimula.

"A criança está sempre criando e recriando coisas. Todas as crianças brincam de faz-de-conta, porém os enredos, papéis, objetos, cenários, e diálogos variam conforme o contexto tanto físico quanto cultural", analisa.

Novos universos de brincadeiras

A pesquisadora Ilka Bichara lembra ainda que as brincadeiras no ambiente virtual não atrapalham o desenvolvimento das atividades da criança.

"As brincadeiras mudam, passam a ter outros conteúdos, mas continuam. Nós é que temos dificuldade em vê-las, porque são diferentes das que brincávamos em nossa infância", pondera.

Para Ilka, o ambiente virtual é um novo palco de brincadeiras, inclusive as de faz-de-conta. "Pais e educadores precisam ficar mais atentos a essa nova realidade", aconselha.

Brinquedos da nova era tecnológica, segundo a pesquisadora, não implicam, necessariamente, na limitação da criatividade infantil, especialmente se puderem ter usos diferentes para os quais foram inicialmente projetados. "Na verdade, o que limita a criatividade das crianças não é o objeto, mas as restrições dos adultos.
Diário de saúde
Thais Borges - UFBA





domingo, 27 de maio de 2012

Alimentação infantil um problema que pode ser resolvido com jeitinho!!!


Alimentação das crianças sempre é uma preocupação , achei esse artigo no site Atmosfera Feminina e achei legal compartilhar no Blog.
Quando uma criança não quer se alimentar direito é um sufoco, não é? 
Você prepara a refeição com tanto carinho e ele torce o nariz. Isso acontece porque seu filhote não sabe que o corpo está em formação e que precisa dos nutrientes pra crescer forte e saudável. Surge, então, a dúvida: como fazê-lo comer o que não gosta? A nutricionista Andreia de Almeida Carvalho Vivas, do Hospital Badim, no Rio de Janeiro, dá dicas de como lidar com essa situação. 
1- Dê o exemplo
É bem verdade que as crianças têm muita resistência em aceitar alguns tipos de alimentos, como as frutas, verduras e legumes. Principalmente os “verdinhos”. Viram a cara, fazem cara de choro... Porém, é muito importante que esse bom hábito alimentar comece desde cedo, ao serem introduzidos novos alimentos de acordo com a faixa etária da criança. Tudo começa com o exemplo vindo de casa. Por isso, a família deve estar reunida sempre que possível durante as refeições, em horários regulares e longe da TV, que muitas vezes nos traz tentações não muito saudáveis. Além disso, não dá pra querer que o filho coma salada se ninguém mais na casa faz isso, certo?
2- Capriche na apresentação
Primeiramente, comemos com os olhos. Dessa forma, quanto mais colorido o prato, mais atrativo ele se torna – além de mais saudável –, pois estaremos incluindo pelo menos um elemento de cada grupo (proteínas, glicídios, lipídios, vitaminas e sais minerais). Vale enfeitar o prato, fazer carinhas com os legumes... Solte a imaginação!
3- Converse com seu filho
É preciso convencer as crianças da importância de uma boa alimentação para o bom desenvolvimento motor (andar, correr, brincar), social (interação familiar e com os próprios amiguinhos) e cultural (diversidade dos pratos, alimentos típicos de uma região ou de uma cultura, como a mandioca, típica da cultura indígena).
4- Brinque com ele
É válido dar exemplos lúdicos para que elas entendam a função de cada alimento ou mesmo para se identificarem com personagens. Por exemplo: comer espinafre para ficar forte como o Popeye; comer cenoura e ficar esperto como o Pernalonga. Afinal de contas, brincar também é saudável.
5- Deixe tudo às claras
Jamais esconda o que está oferecendo aos pequeninos. Podemos, sim, mudar a forma de preparação para tornar o alimento mais agradável aos olhos deles. Oferecer um bolinho de vagem no lugar de vagem refogada ou uma torta de legumes com variedades no recheio facilita a aceitação e mostra que o “bicho” não é tão feio como parece.
6- Sem brigas
Nunca obrigue a criança a comer, pois, assim, ela estará associando a comida a um castigo, punição e, consequentemente, tornará esse momento fonte de muito sofrimento. Esse horário deve ser prazeroso, e a recompensa virá naturalmente, como uma boa sobremesa ou um bom soninho depois da refeição.
7- Suplementos
Os suplementos alimentares tornam-se necessários, quando, após todas as tentativas, não obtivermos sucesso, ocasionando perda de peso. Vale lembrar que os suplementos não são substitutos das refeições, e sim um complemento.
 
Para completar achei essas dica bem legais para ajudar as mães.
Veja as 40 dicas para melhorar os hábitos alimentares infantis IARA BIDERMAN
Colaboração para a Folha de S.Paulo

Misturinhas

1 - Misturar alimentos não é bater tudo junto em uma pasta sem cor nem gosto definido. É importante deixar a criança entrar em contato com sabores variados e aprender a diferenciá-los. Mesmo em uma sopa feita com vários legumes, escolha a cada vez um que será predominante, na cor e no sabor: cenoura, beterraba, mandioquinha etc.

2 - Nas sopas de legumes, o melhor é amassar os ingredientes com o garfo, sem passar pelo liqüidificador ou pela peneira, para conservar as fibras dos alimentos.

3 - Acrescente legumes cortados bem fino no omelete ou no recheio de panquecas. Eles também podem entrar em croquetes, almôndegas e hambúrgueres feitos em casa.

4 - Incremente a massa da panqueca com espinafre (bata no liquidificador 4 ovos, 500 ml de leite, 1 colher (sopa) de manteiga derretida e 1/3 de maço de espinafre cozido, espremido e picado. Junte 200 g de farinha de trigo, bata até ficar homogêneo e frite em frigideira antiaderente).

5 - Yakissoba, macarrão japonês feito com legumes e carnes, é um ótimo exemplo de mistura saudável e completa que a maioria das crianças gosta de comer. Você pode comprar pronto ou fazer uma versão em casa (use os legumes que tiver à mão, massa longa e shoyu --não use sal).

6 - Inclua nas refeições comidas que a criança pode pegar com as mãos: cenoura baby, tomate-cereja, espiga de milho, hortaliças cortadas em palito (erva-doce, pepino).

Artes visuais

7 - Coloque os alimentos que compõem a refeição separadamente no prato ou em cumbucas individuais. Eles devem ter cores e texturas diferentes. Deixe a criança se servir sozinha e provar cada uma das diferentes porções.

8 - Não cozinhe demais os legumes. Quando estão crocantes, além de serem mais interessantes visualmente, porque mantêm a forma e as cores ficam mais vivas, eles são também muito mais saborosos.

9 - Para deixar a salada mais atraente, espalhe sobre as folhas croutons, batata-palha, ovo cozido picado, kani desfiado ou pedaços de frutas amarelas e vermelhas (para contrastar com o verde), como manga ou morango.

10 - Faça desenhos em cima do purê de batata. Nada complicado: pode ser um círculo ou uma espiral com ervilhas frescas ou congeladas. Não use as enlatadas --a questão não é apenas nutricional, é estética, porque as ervilhas de lata são moles demais e sua cor não é tão bonita.

11 - Outra idéia é espetar flores de brócolis japonês cozidas al dente sobre o purê. Fica mais gostoso quando é a própria criança quem faz a decoração de seu prato.

12 - Cremes ou pastas de vegetais servidos sobre torradas, frutas e legumes no espetinho também são maneiras simples de valorizar o visual da comida.

13 - Espante o tédio da mesa variando o preparo de cada alimento: um dia sirva cru, outro em forma de bolinhos, ou refogado, cortado em rodelas, ralado etc.

14 - Brincar com a apresentação do prato não significa esconder algum tipo de alimento. Chuchu é chuchu, tomate é tomate, mesmo que eles sejam, por exemplo, apresentados em forma de flor.

Sem neuras

15 - Comer é um processo instintivo. O organismo regula a quantidade de energia que precisa por dia; se a criança não comer nada no almoço, por exemplo, ela acabará compensando nas outras refeições. Portanto, respire fundo e e espere até seu filho ter fome.

16 - Nenhum alimento é insubstituível. Seu filho não come cenoura? Ofereça abóbora, mamão ou outros vegetais amarelos e alaranjados, e as fontes de vitamina A estão garantidas. E ele nem precisa comer desses alimentos todo dia, porque o organismo estoca a vitamina A.

17 - A mesma idéia vale para qualquer grupo de nutrientes ou micronutrientes (vitaminas e sais minerais). O ideal é equilibrar todos os grupos em uma refeição, mas não se preocupe se seu filho passar mais de um dia sem comer algum tipo de nutriente. Espere por até uma semana e é provável que ele busque naturalmente alimentos que reponham sua necessidade.

18 - A partir dos 4 ou 5 anos, é normal a criança não querer tomar leite. Geneticamente, algumas populações (como as de origem mediterrânea e africana) têm mais dificuldade de digerir o leite (por causa da lactose), mas isso não ocorre com iogurte, queijos etc. E estes últimos podem fornecer todo a cálcio e a vitamina D que a criança precisa.

19 - Comida não é remédio. Qualquer pessoa pode passar a vida inteira sem tocar um bife de fígado. As necessidades normais de ferro são supridas se a criança comer proteína animal e frutas regularmente --as frutas fornecem vitaminas que ajudam na absorção de ferro.

Sem chance

20 - Não sirva no jantar o mesmo cardápio do almoço. Se for reaproveitar os pratos, reinvente as combinações.

21 - Não "ajude" a criança a finalizar o prato. Cada um come aquilo que está no seu próprio prato, a quantidade que achar necessária.

22 - "Raspar" o prato não é uma coisa linda, obrigatória, nem necessariamente desejável. Não obrigue seu filho a isso.

23 - Não faça ameaças de nenhum tipo, como dizer para seu filho que, se ele não comer, ficará doente e terá de ir ao médico. Aliás, quando a criança está doente mesmo, não a obrigue a comer. Mantenha a tranqüilidade e espere até ela sentir fome (isso é um sinal de que ela está se recuperando).

24 - Premiar quem come tudo também não é uma boa prática. É comum os adultos sugerirem que a criança deve comer os legumes, por exemplo, para poder ter a sobremesa. Nenhuma parte da refeição é um prêmio, cada uma tem a sua função, porção e lugar.

25 - O lanche também tem sua função, mas na dose, hora e lugar certo. Não compense no lanche o pouco que seu filho comeu no almoço. O máximo que vai acontecer é ele ficar com mais fome até a hora do jantar e, na melhor hipótese, comerá bem.

Por exemplo

26 - Crianças de 5 ou 6 anos estão na fase de estímulos primários. Elas são atraídas por cores, formas, novidades. Nessa fase, os pais podem proporcionar novas experiências gastronômicas para seus filhos, apresentando os diferentes sabores dos alimentos.

27 - Na boca, somos capazes de sentir apenas quatro gostos: doce (na ponta da língua), salgado e ácido (nas laterais) e amargo (no fundo da boca). A criança que já mastiga pode e deve entrar em contato com todos esses tipos de gosto; dessa forma, poderá reconhecê-los e formar um repertório de sabores (que é a mistura das sensações gustativas com as olfativas). Quanto mais amplo for esse repertório, maior a chance de seu filho comer (quase) tudo.

28 - A tolerância para o gosto amargo é determinada geneticamente. Por isso, não tenha medo de oferecer à criança alimentos com um certo amargor, como rúcula, por exemplo. Se ela tiver predisposição, maravilha; se não, também está ótimo, não insista. O importante é ela conhecer o sabor, para descobrir se gosta ou não daquilo.

29 - O ambiente da refeição deve ser tranqüilo, sem TV, música e muito menos gritaria. Deixe as conversas sérias e broncas para depois. Todas as refeições (lanches inclusive) devem ser feitas à mesa.

30 - Sempre que possível, faça pelo menos uma das refeições principais com seus filhos. Se o horário de trabalho for muito complicado, tente estabelecer um dia da semana para isso, como rotina.

31 - Comida de crianças a partir de dois anos é a mesma dos adultos --elas seguem os hábitos alimentares da casa. Isso significa que, se os pais não comem frutas ou verduras, os filhos seguirão o exemplo e forçá-los a comer salada pode ser um trabalho inútil. Nesses casos, é preciso rever os hábitos de toda a família.

32 - Leve as crianças para a cozinha. Quando elas mesmas preparam os alimentos, certamente vão querer provar o que fizeram. É uma experiência lúdica, prazerosa, como deve ser a relação com a comida.

33 - Ir à feira com as crianças é um jeito divertido de apresentá-las ao mundo das frutas e verduras. E os feirantes têm técnicas infalíveis para fazer o filho do freguês provar as frutas que querem vender.

34 - Fazer o supermercado com a família toda é um pouco mais complicado, mas vale a pena. É uma boa ocasião para fazer acordos --para levar sorvete, é preciso levar cenoura.

Vê se cola

35 - Sirva porções pequenas --até para dar oportunidade de a criança pedir mais, se quiser, porque gostou ou porque ainda está com fome.

36 - Se o seu filho diz que não gosta de um alimento que não conhece, proponha que ele prove um pedaço (tem de ser pequeno mesmo) e, se não gostar, não precisa comer. Dê um tempo e ofereça pelo menos por mais cinco vezes, em ocasiões e formas de preparo diferentes.

37 - Ofereça as comidas que as crianças gostam preparadas de forma mais saudável. Por exemplo, troque a batata frita por batata cortada em cubinhos, regada com um pouco de azeite e sal e assada no forno por cerca de 40 minutos.

38 - No lugar do doce com açúcar refinado, ofereça banana-passa --o açúcar da fruta pode saciar a vontade irresistível de comer um doce.

39 - Em vez de macarrão na manteiga, experimente servir a massa regada com azeite (ou, pelo menos, metade manteiga, metade azeite).

40 - Use pão integral em forma de bisnaguinha (à venda em supermercados e algumas padarias) para fazer o lanche da escola. No recheio, coloque o tipo de queijo ou frio preferido pela criança e alface picada temperada com azeite.

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Por que as crianças estão cada vez mais infelizes?

Viajando pela net, li esse artigo da revista Veja da editora Abril e achei muito importante compartilhar o conteúdo dele ...


Especialistas em saúde infantil chamam a atenção para uma epidemia silenciosa que afeta a saúde mental das crianças que, ainda pequenas, precisam lidar com as pressões da sociedade moderna
(Natalia Cuminale)

De acordo com os resultados do estudo, os pais disseram que 22,7% das crianças apresentavam ansiedade; 25,9% tinham problemas de atenção e 21,7% problemas de comportamento. "No início do estudo, esperava encontrar queixas como asma, mas não ansiedade", diz Ana. Apenas 8% tinham problemas respiratórios e 6,9% eram portadoras de asma. O estudo foi concluído em 2005, mas Ana Maria acredita que se a pesquisa fosse feita hoje, "os níveis de ansiedade e de problemas de comportamento certamente seriam ainda mais altos."

Mais do que infelizes, as crianças brasileiras também estão ansiosas, estressadas, deprimidas e sobrecarregadas. "Elas estão desconfortáveis com a infância. Esse desconforto aparece de várias formas: como irritabilidade, desatenção, tristeza e falta de ânimo. Muitas vezes, é um comportamento incomum em relação à idade delas", diz Ivete Gattás, coordenadora da Unidade de Psiquiatria da Infância e Adolescência da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Saul Cypel, membro do departamento de Pediatria do Comportamento e Desenvolvimento da Sociedade Brasileira de Pediatria, traz dados preocupantes: "A impressão que eu tenho é a de que o número de crianças com queixas comportamentais cresceu muito nesses últimos dez anos." Neste período, segundo Cypel, houve uma transformação do perfil da clínica: se antes as queixas sobre o comportamento infantil correspondiam a 20% dos pacientes, agora são responsáveis por 85% do total de seu consultório de neurologia.

Com uma agenda recheada de atividades extracurriculares, que vão desde aulas de idiomas como inglês e mandarim até as aulas clássicas como balé e futebol, as crianças estão sem tempo para se divertir e descansar, acreditam os médicos. Segundo Cypel, a antecipação de atividades para as quais o indivíduo não está preparado pode desencadear o stress tóxico, que ocorre quando há uma estimulação constante do sistema de resposta ao stress (veja quadro abaixo), trazendo prejuízos futuros para as crianças.

"A família introduz uma série de treinamentos, atividades e línguas novas. Na medida em que a criança não consegue dar conta disso, a sensação de fracasso se torna frequente", explica Cypel. "Com o stress tóxico, ao invés de favorecer o desenvolvimento da criança, os pais acabam limitando-a e desmotivando-a." Entre as consequências diretas estão a diminuição da autoestima, alterações alimentares (excesso ou falta de apetite), problemas de sono e apatia.
No início deste ano, a Academia Americana de Pediatria lançou um documento que chama a atenção para as evidências de impactos negativos do stress tóxico, com prejuízos posteriores para a aprendizagem, comportamento, desenvolvimento físico e mental. O relatório também sugere que parte dos problemas mentais que ocorrem nos adultos devem ser vistas como transtornos de desenvolvimento que tiveram início na infância.

Ana Maria Escobar acrescenta que a exposição à realidade violenta do Brasil também pode contribuir para uma sensação de ansiedade nas crianças. "Antes, raramente uma criança ouvia falar de um ato de violência. Hoje, elas ficam mais confinadas e têm medo de assaltos e sequestros. Isso com certeza provoca maior stress e ansiedade, além de maior possibilidade de se sentir infeliz, principalmente entre aquelas que vivem nas grandes cidades brasileiras", diz..

Sinais — O problema é agravado pelo fato de que muitos pais demoram a perceber o que se passa com seus filhos. "Eles acham que o comportamento das crianças é normal", diz Ana Maria Escobar. Além disso, a dificuldade em administrar o tempo que dedicam à vida profissional e aos filhos muitas vezes impede que os pais percebam os sinais de que algo está errado.

"Muitos pais priorizam a profissão e terceirizam a criação dos filhos. Mas é preciso se questionar: quanto tempo eu passo com meus filhos? Quem são as pessoas que estão criando eles?", afirma o psiquiatra Francisco Assumpção, da Sociedade Brasileira de Psiquiatria.

Essa é uma preocupação constante na vida da publicitária Flora*, que tem dois filhos, Cecília* e Celso*, de 7 e 9 anos, respectivamente. As crianças, que estudam em período integral na escola, têm uma rotina bastante atribulada. Celso faz aula de inglês, futebol, tênis e deve começar a aprender uma luta neste ano. Cecília também faz inglês, natação e deve começar a praticar ginástica olímpica. "Primeiro, experimentamos uma aula de inglês uma vez por semana, depois colocamos os dois em um esporte", afirma. "Tem que sentir muito como a criança está lidando com isso. Observar o comportamento para ver se ela está cansada e se o rendimento na escola começa a diminuir", diz. Flora se preocupou em contratar uma professora de inglês para que as crianças tivessem aulas em casa. Para ela, é melhor opção para evitar o stress desnecessário no trânsito.

Apesar da preocupação, Flora fez alterações na rotina de Cecília. A pequena começou a apresentar sinais de stress. Para descobrir o problema, Flora foi investigar com a filha e percebeu que a natação estava causando o problema. "Ela chorava muito e quando acordava dizia que não queria ir para a escola. Estava diferente do que ela é normalmente", disse. Flora tirou a filha da natação no ano passado, mas ela já pediu para voltar esse ano, segundo a mãe, que vai observar o desempenho da criança.Quando é depressão – De acordo com Ivete Gattás, da Unifesp, a depressão afeta 2% das crianças e até 5% dos adolescentes. Sabe-se ainda que a depressão na infância e na adolescência pode influenciar negativamente o desenvolvimento e o desempenho escolar, além de aumentar o risco de abuso de substâncias químicas e de suicídio.

Somente 50% dos adolescentes com depressão recebem o diagnóstico antes de se tornarem adultos. Gattás explica que o transtorno depressivo pode surgir a partir de vários fatores: predisposição genética e associação de fatores ambientais, que podem ser desencadeados pelo stress do dia a dia, sensação de vulnerabilidade, restrição ao desempenho da criança e sobrecarrega de atividades. (Veja a lista de sintomas). "Para caracterizar depressão, a criança deve apresentar mais de cinco sintomas, durante um mês", afirma Gattás

Terapia — Estudos já mostraram que a ansiedade durante a infância, se não contornada, pode se transformar em depressão durante a vida adulta. Por isso é necessário prevenir qualquer sintoma, mesmo que ele não seja o suficiente para o diagnóstico da depressão. (Veja como evitar o stress infantil.)

Carla*, de oito anos, começou a ter problemas aos cinco. Em seus desenhos, ela sempre aparecia chorando, enquanto suas amigas sorriam. “Ela é muito preocupada com a imagem que os outros têm dela. Se ela percebe que não corresponde ao que os outros esperam, ela se chateia muito”, diz a arquiteta Patrícia*, mãe de Carla.

“Tentamos conversar com ela, mas ela não revelava o que estava acontecendo. Descobri que as crianças na escola faziam um clubinho e que a Carla era sempre excluída”, diz Patrícia. O problema foi solucionado com a troca de sala. A pediatra de Carla indicou um especialista em saúde mental, para prevenir e ajudar a garota a entender a própria ansiedade. Há três anos, ela faz análise uma vez por semana. “Às vezes, ela me pergunta o que eu acho sobre determinado assunto e eu fico em dúvida sobre o que responder. E ela diz: ‘já sei, vou levar isso pra analista’”, conta a mãe.

Para Gattás, o pediatra deve ser treinado na área de saúde mental para diagnosticar problemas da infância e adolescência. “Ele acompanha a criança durante o crescimento e tem uma importância fundamental na orientação dos pais”, diz. “Se não houver uma mudança na forma como os pais lidam com seus filhos, vamos ver um aumento da frequência dos quadros psiquiátricos, mas transtornos de ansiedade e falta de perspectivas para as novas gerações”, diz Assumpção.




As 'mães tigres' estão certas?

Com criação autoritária, crianças orientais não têm a oportunidade de errar

As filhas de Amy Chua, professora de Direito da Universidade de Yale e descendente de chineses, não podem dormir na casa das amigas ou ter um namorado. Elas também estão proibidas de assistir televisão ou de jogar videogame e sabem que vão receber castigos pesados se tirarem uma nota menor que 10 — a mãe abre uma generosa exceção para ginástica e atuação. Foi isso que escreveu Amy em um controverso artigo intitulado Por que as Mães Chinesas São Superiores publicado no início do ano passado na edição online do Wall Street Journal.

Amy é conhecida como o que se convencionou chamar de 'mães tigres', defensoras de um modelo de criação autoritário e punitivo. Depois do lançamento do livro Battle Hymn of the Tiger Mother (O Hino de Guerra da Mãe Tigre, ainda sem edição em português), Amy participou de programas de TV nos Estados Unidos e foi capa da revista Time, onde defendeu seu modo de criar os filhos.

No livro, ela mostra que o perfeccionismo é regra. Incentivar resultados medíocres e se preocupar com a autoestima dos filhos são comportamentos totalmente fora do padrão de criação linha dura que ela considera ideal. Ela não hesita em chamar sua filha mais velha de "lixo". Amy obriga suas filhas a aprender piano ou violino. Certa vez, ela forçou a filha mais nova, de sete anos, a tocar piano sem intervalos para tomar água ou ir ao banheiro até que ela aprendesse a tocar determinada música.

A crença de que é preciso exigir muito para atingir o máximo do potencial costuma ser mais comum em culturas orientais, mas também pode acontecer entre jamaicanos, irlandeses ou americanos, segundo Amy. A única exigência para se encaixar no perfil de mãe tigre é ser exigente.

Pesquisas já mostraram que estudantes asiáticos que cursam o ensino médio passam mais tempo estudando e fazendo lições de casa do que os jovens de outras culturas. Toda essa cobrança, no entanto, pode apresentar resultados trágicos. A China está entre os dez países com as maiores taxas de suicídio do mundo, com 22 mortes por 100.000 pessoas. Lá, uma pessoa tenta tirar a própria vida a cada dois minutos, segundo dados do governo chinês.

Desiree Baolian Qin, que também é chinesa e professora do Departamento de Estudos do Desenvolvimento Humano e Familiar, da Universidade Estadual do Michigan, realizou um estudo mostrando que as crianças chinesas também precisam ser felizes. A pesquisa, publicada em janeiro deste ano no Journal of Adolescence, foi realizada com 487 estudantes.

Os resultados mostraram que os chineses tinham mais problemas com os pais com assuntos relacionados aos estudos do que os outros. Além disso, os estudantes chineses eram mais depressivos, ansiosos e apresentaram maior taxa de baixa autoestima do que os estudantes ocidentais. Bom para os estudos, o modelo autoritário não é benéfico para a saúde mental das crianças.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Projeto impacto do marketing na formação educacional das crianças


O PROJETO CRIANÇA E CONSUMO DO INSTITUTO ALANA  ABORDAM TEMAS IMPORTANTES SOBRE:

O impacto da mídia no consumo infanto-juvenil

O impacto do marketing na formação educacional das crianças

 ORIGEM E MISSÃO